27 de novembro

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22/11/22 às 12h32 - Atualizado em 22/11/22 às 12h32

Passarela do metrô de Taguatinga traz conforto para a população

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Um mês e meio depois de ser reinaugurada, a passarela de pedestre do metrô de Taguatinga tem facilitado a vida de quem anda pelo centro. A passagem, que liga a estação na Praça do Relógio ao lado sul da cidade, foi demolida em março de 2021 para dar espaço às obras do Túnel de Taguatinga. O acesso subterrâneo passou por uma reconstrução completa e foi devolvido para a comunidade no dia 7 de outubro.

Muita coisa mudou na passarela depois de sua reforma. A travessia foi democratizada com a construção de rampas e a instalação de corrimãos feitos em aço carbônico.

“A mobilidade melhorou bastante na passagem”, opina a vendedora Cláudia Fernandes, 42 anos. “Antes da obra, só passava por aqui quem conseguia descer as escadas”, conta. Além disso, o trajeto conta agora com piso podotátil para auxiliar deficientes visuais.

A passagem subterrânea liga a estação na Praça do Relógio ao lado sul de Taguatinga | Fotos: Paulo H Carvalho/Agência Brasília

A segurança também melhorou com a reconstrução. Na nova versão da passarela, lâmpadas fluorescentes equipam 30 luminárias de sobrepor instaladas ao longo de todo o caminho. Para evitar a formação de poças no período da chuva, o escoamento é feito por 84 metros de grelhas de ferro fundido.

“É uma opção confortável e segura não só para quem usa o metrô, mas também para quem desce do ônibus na Praça do Relógio”, garante a cuidadora Elza Cristina, 52 anos. “Atravessar para Taguatinga Sul era um sufoco. O semáforo demorava para abrir e acabava ficando tumultuado, porque era um monte de pedestre querendo atravessar ao mesmo tempo”.

Quem costuma andar em veículo próprio pela região também aprovou a nova passagem subterrânea. “Eu deixo o carro em Taguatinga Sul e vou a pé, pela passarela de pedestre do metrô, até o centro da cidade”, conta a comerciante Maria Luzia Peixoto, 69 anos. “Antes, eu gastava um bom tempo no trânsito, principalmente pela manhã. Agora, chego mais rápido e ainda caminho um pouco, com segurança e conforto”, diz.

(com informação da Agencia Brasilia)

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