24 de setembro

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3/02/20 às 8h43 - Atualizado em 3/02/20 às 8h43

Combate à ação de sujões é intensificado no Taguaparque

Taguatinga ganhou o status de cidade em 1970 por meio de um decreto do então governador Hélio Prates da Silveira, que até hoje empresta o nome para umas das vias principais. Em meio a um comércio forte e uma população apaixonada, naquela época a metrópoles brasiliense carecia de um lugar que quebrasse o aspecto cinzento e agitado do centro. Mas esse espaço surgiria somente 39 anos depois e se chamaria Taguaparque. Acontece que alguns carroceiros parecem ignorar esse fato e, também por isso, poluem a área de lazer e esporte descarregando toda sorte de entulho.

A Administração Regional de Taguatinga tem jogado duro contra esses sujões. Para combater a prática ilegal, várias ações têm sido realizadas na reserva ecológica. Uma delas será a construção de dois campos de areia na parte norte do parque, que havia ganhado até o apelido de “Lixão” devido às montanhas de entulho que se formavam a cada investida dos carroceiros.

Com o apoio do GDF Presente – ação composta por diversos órgãos, como Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e Companhia Energética de Brasília (CEB), com atuação em várias cidades –, a administração executou ações na área de 10 mil metros quadrados. Primeiro, tirou todo o lixo e o transportou em caminhões para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE) da Estrutural.

Depois, cercou o perímetro com pneus. A CEB vai iluminar o lugar para que a população faça o udo devido e definitivo da área, como deve ser. “Vamos plantar ainda 200 mudas de ipês, pequi, mangueira, para que não haja espaço para se jogar lixo mais”, prometeu o administrador de Taguatinga, Geraldo César.

Caça aos sujões

Ações como a que desembarcou no Taguaparque são postas em execução há mais de um ano em Taguatinga. Nesse período foram eliminados 14 focos de entulho na cidade. Foi preciso o mesmo aparato do GDF Presente para acabar com a sujeira.

A ação percorreu a Boca da Mata, em Taguatinga Sul; a QNM 34, 36 e 38, perto da estação de Furnas, no Setor de Oficinas Sul; e na QNH, onde a força-tarefa erradicou três lixões, à margem da BR-070, perto do setor M Norte. Lá, havia dois focos de montante de entulho. A ação também passou pela QNL 18/20, além do próprio Taguaparque.

O resultado tem surtido efeito. Por exemplo o Setor de Oficinas Norte, que também passou pela limpeza, está há um ano longe da ação criminosas dos sujões. Ali, os servidores da administração chegaram a recolher 11 toneladas de lixo de uma vez.

Hoje, o lugar tem dois campos de futebol, iluminação pública e ciclovia. Além disso, está cercado com pneus, a exemplo do que foi feito no Taguaparque.

O gerente de Manutenção da Administração Regional de Taguatinga, Adilson Teixeira, lembra da sujeira que tomava o lugar e do trabalho que teve para deixá-lo limpo. “Chegamos a fazer 35 viagens por semana com o caminhão carregado de toneladas de lixo. Estamos há um ano sem chamado para lá. A área está limpinha”, destaca Adilson, que agora tenta repetir o feito no Taguaparque.

Com informações da Agência Brasília

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